O presente artigo tem origem no trabalho desenvolvido para a apresentação de uma tese de mestrado pelo autor, no ISCTE. Assim, numa primeira parte, é feita uma incursão sobre as concepções prevalecentes no que respeita à formação profissional, às suas relações com a evolução tecnológica e à melhoria da produtividade, qualidade e competitividade económica. Num segundo momento, sumarizam-se alguns aspectos do estudo empírico realizado sobre a indústria gráfica portuguesa e as tendências aí observadas quanto à gestão dos seus recursos humanos.