Utilizando uma perspectiva teórica sistémica abstracta - mas através de sugestivas imagens e metáforas - o autor equaciona os sistemas sociais organizados numa situação de "à beira do caos", definida como equilíbrio instável e dinâmico entre a ordem (e as suas representações simbólicas, princípios de método e processos práticos) e o caos "propriamente dito" (provocado pela entropia dos sistemas). É neste quadro que são tratados, por exemplo, o "jogo" da colaboração e da competição interindividuais, ou as tensões entre a autonomia dos sujeitos e o controlo social.