O autor defende que a Europa necessita de um sistema de relações profissionais que seja eficaz do ponto de vista económico e equilibrado do ponto de vista social; e apoiando-se num vasto estudo da Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho, apresenta quatro tendências essenciais da evolução possível das relações profissionais na Europa para os anos 90: em primeiro lugar, a participação representativa dos trabalhadores, através dos comités de empresa; em segundo lugar, a expansão da informação e a consulta das multinacionais europeias da legislação europeia, ou não; em terceiro lugar, a participação directa e as novas formas de gestão dos recursos humanos; em quarto e último lugar, novos temas como o ambiente deverão surgir no programa das relações profissionais dos anos 90.