Uma análise da realidade das nossas organizações, conduz-me à verificação de fontes de poder situadas em perfis pessoais, experiência de poder, posições na estrutura e à manipulação das normas. O exercício deste poder, transportou-o inevitavelmente ao seu próprio paradoxo, com contradições sem solução. Está em marcha uma ruptura, mais ou menos silenciosa, sem vazio de poder, onde o poder nem sequer é importante. É o desenvolvimento de uma revolução com investimentos e objectivos claros, onde a liberdade se confunde com o ser insubstituível para a organização, onde a liberdade é o poder de facto.