Partindo da discussão da trajectória da Sociologia do Trabalho em três países onde a disciplina mais se desenvolveu e analisando as transformações por que vem passando o trabalho no actual contexto mundial de reestruturação, o texto discute as principais tendências teóricas que vêm se difundindo na área. Os limites das análises que restringem seu campo de estudo aos aspectos materiais e tecnológicos da questão são sublinhados, ao mesmo tempo que se destaca sua incapacidade de levar em conta os graves problemas sociais que vêm se colocando às sociedades actuais. Um dos eixos da discussão é a noção de determinismo tecnológico, tema ainda considerado central para o avanço da disciplina.